Promover o diálogo, compartilhar experiências e ampliar o acesso à informação são passos fundamentais para a construção de uma sociedade mais inclusiva. Com esse propósito, a Estação Juventude de Contagem recebeu, no último dia 21 de julho, a roda de conversa “Existir é Resistir: Vivências, Direitos e Afetos”, iniciativa realizada em parceria com equipamentos do Programa Mais Direitos Humanos.
A atividade foi proposta pelo Coletivo Transviva e pela Missão Inclusiva Reviver, reunindo jovens, representantes de movimentos sociais e integrantes da rede de proteção à população LGBTQIAPN+. Entre os participantes esteve o coletivo Cellos Contagem, responsável pela organização da Parada LGBT+ do município.
Ao longo do encontro, os participantes compartilharam histórias de vida, desafios e conquistas enquanto pessoas LGBTQIAPN+ e aliadas da causa. As discussões abordaram diferentes perspectivas sobre identidade, cultura, religião e inserção no mundo do trabalho, evidenciando a importância de fortalecer políticas públicas que garantam direitos e oportunidades para toda a população.
Além das reflexões, o evento proporcionou um momento de integração entre os presentes, com confraternização e atividades culturais. A programação contou com uma apresentação sobre a cultura ballroom e performances de vogue conduzidas por Tarantino Eris, agente social da Estação Juventude, e Luna Sabadine, oficineira de Vogue da unidade.
Outro destaque da programação foi a participação dos três equipamentos que compõem o Programa Mais Direitos Humanos de Contagem, que apresentaram seus serviços, objetivos e formas de atendimento à comunidade. Dinâmicas de interação também estimularam a participação ativa do público, fortalecendo o diálogo e a troca de experiências.
Ao todo, a roda de conversa reuniu 22 participantes externos. E durante toda a atividade, reforçada a necessidade de ampliar os espaços de debate sobre a pauta trans nos equipamentos públicos, evidenciando os desafios enfrentados pela comunidade em relação à violência, à discriminação, ao acesso a direitos, à inclusão social e ao desenvolvimento pessoal e profissional.
Para o Instituto Promover (IPHAC), apoiar iniciativas como essa significa contribuir para a construção de ambientes cada vez mais acolhedores, seguros e respeitosos, fortalecendo redes de apoio e incentivando o protagonismo da juventude por meio do diálogo, da cultura e da promoção dos direitos humanos.
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