IPHAC amplia ações de promoção de direitos da população em MG

O Instituto Promover (IPHAC) vem ampliando, em Minas Gerais, ações voltadas à promoção de direitos, ao combate à discriminação e ao fortalecimento da rede de proteção da população LGBT+. Em Contagem, uma dessas iniciativas foi realizada pelo Núcleo de Referência LGBT+, equipamento gerido pelo IPHAC em parceria com a Prefeitura do município, no Centro POP.

A atividade reuniu 10 usuários para uma formação sobre o enfrentamento à LGBTfobia e a garantia de direitos da população LGBT+. O encontro buscou levar informação e orientação aos participantes, além de estimular o diálogo sobre diversidade sexual e de gênero.

Durante a formação, a equipe apresentou o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Referência LGBT+, destacando os serviços de atendimento especializado oferecidos à população LGBT+. Os participantes também receberam informações sobre como acessar o equipamento, quais orientações estão disponíveis e de que maneira a rede de proteção pode ser acionada em situações de violação de direitos.

Informação como ferramenta de enfrentamento

A formação também abordou as siglas que compõem LGBT+, seus respectivos significados e a importância do respeito à diversidade sexual e de gênero. A partir desses conceitos, os participantes discutiram direitos e formas de identificar, enfrentar e denunciar situações de preconceito, discriminação e LGBTfobia.

A atividade foi conduzida de maneira participativa, criando espaço para que os usuários compartilhassem experiências e opiniões. Alguns participantes relataram situações relacionadas a familiares LGBT+, o que contribuiu para ampliar o debate e promover uma troca de conhecimentos entre o grupo.

Fortalecimento da rede de proteção

Além de promover a reflexão sobre diversidade e respeito, a ação aproximou os usuários dos serviços especializados disponíveis no município. Dessa forma, a iniciativa contribuiu para ampliar o conhecimento sobre direitos, equipamentos públicos e canais de denúncia.

A equipe do IPHAC considerou a formação positiva e significativa, pois a atividade possibilitou ampliar o acesso dos participantes a informações sobre direitos e serviços da rede de proteção, ao mesmo tempo em que fortaleceu o debate sobre o respeito à diversidade e o enfrentamento à LGBTfobia.

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