Projeto Brincar é Direito realiza ações e registra 1,7 mil atendimentos na Semana da Criança em Contagem

O projeto Brincar é Direito, parceria do Instituto Promover (IPHAC) com a Prefeitura de Contagem (MG), realizou oito ações gratuitas durante a Semana da Criança, entre os dias 13 e 16 de outubro. A programação percorreu as oito regionais do município e registrou aproximadamente 1.710 atendimentos circulantes, levando atividades recreativas a parques e equipamentos públicos para ampliar o acesso das crianças ao lazer.

A iniciativa contou com oficinas de jogos e brincadeiras orientadas, brinquedos infláveis, pula-pula, distribuição de pipoca e picolés. As atividades ocorreram em dois períodos, das 9h às 11h30 e das 14h às 16h30, permitindo que crianças e famílias participassem gratuitamente em diferentes territórios da cidade.

A programação começou no dia 13 de outubro, no Parque Ecológico Eldorado e no Parque Cataguás, também conhecido como Parque Fernão Dias. No dia seguinte, as atividades chegaram ao Parque Gentil Diniz e ao Parque Sapucaias. Já em 15 de outubro, as equipes atenderam o público no Parque das Amendoeiras e no CEU das Artes, no bairro Arvoredo.

O encerramento ocorreu em 16 de outubro, com ações no CEU das Artes, em Vargem das Flores, e no CSU Industrial. Apesar da chuva registrada nos dois locais, as equipes conseguiram manter ou retomar as atividades, adaptando a programação às condições climáticas.

Brincar como direito e oportunidade de aprendizagem

Além da diversão, o projeto trabalha o brincar como parte fundamental do desenvolvimento infantil. Durante as oficinas, os profissionais orientaram jogos e desafios que estimularam o movimento, a criatividade, a cooperação e a interação entre as crianças.

A proposta também incentivou a participação ativa dos participantes. Dessa forma, as brincadeiras funcionaram como oportunidades de experimentação, expressão e aprendizagem coletiva, valorizando as diferentes formas de vivenciar a infância.

Outro aspecto importante foi a realização das atividades em espaços públicos. Ao ocupar parques e equipamentos comunitários, o projeto aproximou as famílias desses ambientes e ampliou as oportunidades de convivência entre moradores de diferentes territórios.

A descentralização das ações também facilitou o acesso ao lazer, sem depender de atividades particulares ou de deslocamentos para outras regiões do município. Assim, a programação contribuiu para valorizar os espaços públicos como locais de encontro, participação e convivência comunitária.

Mais de 1,7 mil atendimentos em quatro dias

De acordo com o relatório da programação, a estimativa foi de aproximadamente 1.710 atendimentos circulantes nos oito períodos de atividades. Esse indicador considera a circulação de pessoas ao longo de cada atendimento, e não necessariamente o número de participantes únicos. Como a participação era espontânea, crianças e familiares podiam chegar em diferentes horários e permanecer pelo tempo desejado.

Cada atendimento contou com uma estrutura recreativa composta por oficina de jogos e brincadeiras orientadas, dois brinquedos infláveis, um pula-pula, um carrinho de pipoca e a distribuição de aproximadamente 300 picolés.

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