Para aprimorar a atuação de jovens aprendizes, Iphac realiza visitas periódicas a empresas públicas e privadas

O Iphac Instituto Promover tem realizado visitas periódicas a empresas público e privadas, parceiras ou não, para aprimorar a atuação de jovens aprendizes e estagiários. O objetivo e principal diferencial da ação é dar e receber feedback das empresas sobre papel dos jovens em seu quadro e colaboradores e avaliar o desempenho.

As visitas também são uma forma de visualizar novas possibilidades de projetos, conta o professor e instrutor do Iphac, Júlio César. Segundo ele, pessoalmente é possível identificar talentos e aproximar o jovem de alguém preparado na área, para um maior desenvolvimento pessoal e profissional.

Em uma das visitas, no Grupo Isoeste, em Anápolis, o primeiro momento foi de encontro com os gestores que tinham jovens aprendizes sob a sua tutela. Ressaltamos a importância social dos projetos e ficamos felizes em ver que muitos integrantes do quadro de funcionários, incluindo diretores, foram jovens aprendizes”, destaca o instrutor.

Já o segundo momento, foi com os jovens.Transmitimos a eles o que chamamos de Soft Skills, ou capacidades que não são aprendidas na escola, como resiliência, proatividade, comunicação assertiva e damos exemplos, fazemos dinâmicas, transformando a comunicação em conhecimento, afirma Júlio César.

Os jovens aprendizes também estudam as formas de aprendizagem auditivo, visual e sinestésico, e a maneira de executar suas funções com eficiência e,no final, é criado um contraponto entre formas de aprender e de fazer algo. É um momento no qual a empresa deve criar um ambiente que o jovem chegue ao seu limite e dê o melhor dele enquanto jovem aprendiz, completa o instrutor.

Expansão das parcerias

O Iphac tem buscado expandir as parcerias e oferecer ainda serviços e mão de obra aos parceiros. O Diretor Regional do Iphac/DF, Júlio Neffa Araújo Lage, conta que nas visitas a redes de academias, escolas, hipermercados, concessionárias, e empresas que prestam serviços públicos, tem percebido a necessidade de ter em seus quadros jovens aprendizes e estagiários.

Nessa prospecção de novo clientes, o diretor afirma que vai aumentar o atendimento às escolas e hospitais, que são ambientes com grande demanda de mão de obra. A NovaCap, no Distrito Federal, por exemplo, já conta com mais de 50 jovens aprendizes em diversas áreas de atuação.

Em Goiânia, o presidente do Iphac, Valdinei Valério, visitou a Comurg (Companhia de Urbanização do Município de Goiânia) e a empresa CMC. “Na CMC tivemos uma reunião para aumentar o número de aprendizes e percebemos que o programa tem feito diferença na cultura da empresa, com alto índice de renovação de mão de obra, por meio dosaprendizes.

Com a imersão em temas específicos, o Iphac tem conseguido absorver o perfil da empresa em relação ao jovem aprendiz para direcioná-lo àquelas qualificações ou tendências profissionais. Tenho recebido bastante elogios ao saber que estamos presentes nas empresas em todos os momentos, finaliza o professor Júlio César.

 

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