Formação fortalece atendimento inclusivo nos equipamentos do Programa Mais Direitos Humanos em Contagem

A equipe do polo do Instituto Promover (IPHAC) em Contagem (MG), integrante do Programa Mais Direitos Humanos, participou, no dia 10 de junho, de uma formação voltada à promoção dos direitos das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. A atividade foi realizada na Estação Juventude e conduzida pela Superintendência de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida, com a participação de uma especialista convidada na temática.

O encontro teve como objetivo ampliar o conhecimento dos profissionais e promover reflexões sobre inclusão, acessibilidade e garantia de direitos. Durante a formação, foram abordados conceitos fundamentais relacionados à eliminação de barreiras, ao fortalecimento das políticas públicas e à construção de ambientes mais acolhedores para todos os cidadãos, com destaque para o atendimento às Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A iniciativa reforçou a importância de preparar os profissionais que atuam diretamente com a população para oferecer um atendimento humanizado, respeitoso e acessível. Além disso, o momento contribuiu para a conscientização sobre a necessidade de garantir a participação plena e efetiva das pessoas autistas em todos os espaços da sociedade.

Entre os temas debatidos, destacaram-se as características do Transtorno do Espectro Autista, a escuta qualificada, o respeito às singularidades de cada indivíduo e a adoção de práticas inclusivas nos serviços oferecidos pela Estação Juventude, Casa dos Direitos Humanos e Núcleo de Referência LGBTQIA+.

Dinâmica estimula reflexão e troca de experiências

Como parte da programação, os participantes realizaram uma dinâmica em grupo baseada em situações fictícias inspiradas em casos reais do cotidiano envolvendo pessoas autistas. Divididos em três equipes, os profissionais analisaram os cenários apresentados, discutiram possibilidades de atuação e construíram respostas adequadas para cada situação.

A atividade promoveu interação, troca de experiências e desenvolvimento do pensamento crítico. Além disso, permitiu que os participantes refletissem sobre atitudes e comportamentos que contribuem para a promoção da acessibilidade, da empatia e da inclusão nos espaços públicos.

Ao final da formação, os participantes destacaram a importância de ampliar o conhecimento sobre o tema para reduzir preconceitos, combater barreiras atitudinais e fortalecer o compromisso com a construção de uma sociedade mais justa e acessível.

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